. Imediatismo Negligente



A característica da sociedade hedonista ou pós-moderna, contempla formas do capitalismo comtemporâneo em proporcionar prazeres individuais numerosos  e incessantes com base no consumo imediato e tidos como necessários.  
A referência do desenvolvimento em boa medida está na ponderação de prioridades em uma linha de tempo, por sua vez o custo político na tentativa de não ser imediato pode ser custoso por essa cultura já estar enraizada nos anseios sociais de dar prioridade em mudanças rápidas e palpáveis.
Educação, salários fidedignos a exploração vigente, plataformas de subsistência aos que preponderam na zona rural, mudança na estrutura de transportes, apagões, crises financeiras, entre diversos exemplos são somente notados quando a falta ou a dor de outros são sensíveis a nossa compreensão de necessidade, que por sua vez remete a outro pensamento, ao questionamento do caso não ser pensado anteriormente com intuito de resolver com antecedencia a fim de nunca cessar a devoção do consumo.
O outro lado em destaque é a essência da família em suplantar o ideal coletivo num processo de educação, somente assim, o reflexo numa geração que irá pensar nestes moldes, poderá fazer por si uma política condizente a esta formação consciente e duradoura.
Em suma, análogo a isto traçaremos numa escala sempre ascendente de como o desenvolvimento histórico propõem um próximo passo na teoria evolucionista, a conscientização e a mudança da ordem.

Herbert Mellø 
(Imagem - Populacho: Intervenção Urbana)


. Apresentação

A feição do homem livre está distante da realidade, será este uma máquina que julga ser emancipado das coordenadas do sistema?

Máquina Livre surge então para entender a manutenção do status quo defendida por poucos, mas que é determinante para a realidade de muitos que se submetem por falsa consciência ou por não terem forças de se contrapor a esta ordem, mas que assim como nós lutam por mudanças e por uma conscientização do processo.


Façamos deste, um espaço de livre expressão, onde o ideal humanitário ou a verdade histórica é uma utopia que beira ser delirante, saibamos que por pouco, também permaneceriamos enraizados e não ousariamos a entender uma luz por mais visível que fosse.

Herbert Mellø