O que legitima o poder? A força talvez seja uma resposta pela qual todos se sentem submetidos a concordar, pois se sente rendido diante de uma ameaça. Mas será que ela justifica o seu poder natural sobre alguém, tão igual por ser seu semelhante? Será que é suficiente para se impor sobre muitos que não concordam com a soberania coercitiva como forma de dominação? São perguntas difíceis porém elucidativas no que diz respeito a organização histórica do direito na sociedade civil em contratualizar os indivíduos e organiza-los perante uma ordem comum que garante suas vidas, seus direitos e sua liberdade.
O axioma de várias teorias que consolidam modos de governo e a organização das sociedades pode contemplar formas de justificar a revolta e o direito de se impor diante da obscuridade dos seus representantes e a disciplina econômica que o país se posiciona, seja eles desenvolvidos com um liberalismo que atendem somente a eles, delimitando seus interesses e sua intenção de dominação, ou subdesenvolvidos que emergem ao entender o desânimo que provém de tanta desigualdade e anseios individuais, mas que aceitam deliberando somente esta dependência em atender a ''Casa Grande'' e suas vontades.
Quando atingimos algum grau de discernimento sobre o modo como a individualidade e a forma em que se sobrepõe ao coletivo, o que paira sobre isto é como tanta desigualdade fora originada, e o motivo pelo qual poucos possuem tudo, e a massa detêm resíduos para se contentar e aceitar este sistema como justo. Ao criar sobreposições onde seu fracasso provem somente da sua incapacidade produtiva e o seu sucesso como acaso da mesma, numa nação onde alguns (pois o espaço é limitado) conseguiram montar o seu império e são tão destacados e tidos como exemplos clássicos de capacidade e possibilidade real de desenvolvimento, algo que sustenta todas as teorias liberais em manter discursos e ciências utilitárias, e um consumo gradual e crescente.
Porque não pensar numa ascenção igual ou mais justa, seria o egoísmo propriedade inicial do ser humano ou da sociedade? Nesta retórica clássica que sobressai uma determinação interior/exterior do indivíduo, são aportes para o senso comum, que sem saber das causas julgam idealizar uma consequência pela qual talvez nunca viverá de prosperidade onde sua individualidade atingirá sucesso sem depender de ninguém, e por viés do destino consolidará este mais um exemplo de superação do sistema.
Tomar consciência deste processo, desvencilhando verdades absolutas pelas quais uma classe determina, e somente ela detêm a visão que trará a luz para o contrato, é aceitar viver sob as custas dos quais já detêm uma herança, propriedades, enfim, tudo que proveio da apropriação de uma propriedade sem dono, e a manutenção em ''direitos'', compilando casos de fortunas nascentes em casos reais e não tão distantes do imaginário de suas colônias, na qual pode ser contida em última instância a força física na qual os próprios militares acreditam no nacionalismo como forma de crença em atender o estado e a ordem civil, falseando a realidade na qual uma minoria ordena que seus direitos obrigatoriamente devem ser garantidos.
O axioma de várias teorias que consolidam modos de governo e a organização das sociedades pode contemplar formas de justificar a revolta e o direito de se impor diante da obscuridade dos seus representantes e a disciplina econômica que o país se posiciona, seja eles desenvolvidos com um liberalismo que atendem somente a eles, delimitando seus interesses e sua intenção de dominação, ou subdesenvolvidos que emergem ao entender o desânimo que provém de tanta desigualdade e anseios individuais, mas que aceitam deliberando somente esta dependência em atender a ''Casa Grande'' e suas vontades.
Quando atingimos algum grau de discernimento sobre o modo como a individualidade e a forma em que se sobrepõe ao coletivo, o que paira sobre isto é como tanta desigualdade fora originada, e o motivo pelo qual poucos possuem tudo, e a massa detêm resíduos para se contentar e aceitar este sistema como justo. Ao criar sobreposições onde seu fracasso provem somente da sua incapacidade produtiva e o seu sucesso como acaso da mesma, numa nação onde alguns (pois o espaço é limitado) conseguiram montar o seu império e são tão destacados e tidos como exemplos clássicos de capacidade e possibilidade real de desenvolvimento, algo que sustenta todas as teorias liberais em manter discursos e ciências utilitárias, e um consumo gradual e crescente.
Porque não pensar numa ascenção igual ou mais justa, seria o egoísmo propriedade inicial do ser humano ou da sociedade? Nesta retórica clássica que sobressai uma determinação interior/exterior do indivíduo, são aportes para o senso comum, que sem saber das causas julgam idealizar uma consequência pela qual talvez nunca viverá de prosperidade onde sua individualidade atingirá sucesso sem depender de ninguém, e por viés do destino consolidará este mais um exemplo de superação do sistema.
Tomar consciência deste processo, desvencilhando verdades absolutas pelas quais uma classe determina, e somente ela detêm a visão que trará a luz para o contrato, é aceitar viver sob as custas dos quais já detêm uma herança, propriedades, enfim, tudo que proveio da apropriação de uma propriedade sem dono, e a manutenção em ''direitos'', compilando casos de fortunas nascentes em casos reais e não tão distantes do imaginário de suas colônias, na qual pode ser contida em última instância a força física na qual os próprios militares acreditam no nacionalismo como forma de crença em atender o estado e a ordem civil, falseando a realidade na qual uma minoria ordena que seus direitos obrigatoriamente devem ser garantidos.

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