
Veio-me agora pouco, uma discussão novamento no programa Roda Viva da TV Cultura com o vencedor do prêmio Nobel de Economia, que infelizmente não lembrarei o nome, desculpem, em que um dos entrevistadores questiona o Macro Político sobre qual a melhor forma de se obterem resultados favoráveis numa eleição num país como o Brasil. O Entrevistado permaneceu quieto, e uma de suas poucas palavras, disse a todos que talvez num curto espaço de tempo a ditadura seria a melhor solução até que o Sistema de Educação do país melhore e obtivéssimos resultados dignos de uma nação sabia politicamente.
Pois, bem. As ferramentas da história nos permitem observar o presente através de exemplos fatídicos ocorridos no passodo. Em 1964, após o Golpe de Estado, os militares dividiram-se em duas vertentes: Militares da Sorbone, defendiam uma ditadura breve, porém eficaz e os "Linha Dura" defendiam a permanencia duradoura do exército no Governo. Conclui-se desta experiencia, portanto que nós brasileiros definhamos longos anos perante um Governo Totalitario que assolou o país politicamente através de métodos capiciosos de controle de massa e legou uma economia inflacionada, deficitária e socialmente aumentou o abismo social.
Pois, bem. As ferramentas da história nos permitem observar o presente através de exemplos fatídicos ocorridos no passodo. Em 1964, após o Golpe de Estado, os militares dividiram-se em duas vertentes: Militares da Sorbone, defendiam uma ditadura breve, porém eficaz e os "Linha Dura" defendiam a permanencia duradoura do exército no Governo. Conclui-se desta experiencia, portanto que nós brasileiros definhamos longos anos perante um Governo Totalitario que assolou o país politicamente através de métodos capiciosos de controle de massa e legou uma economia inflacionada, deficitária e socialmente aumentou o abismo social.
Por fim, pessoas indagam sobre a possibilidade de uma curta ditadura para estabelecermos a ordem e reeducarmos nosso país policamente para posteriormente desfrutarmos dos ganhos obtidos com este tipo de poder no futuro. O passado historico de outros países nos concedem bons exemplos de como revolucionarmos o sistema educacional de um país sem no entanto termos que implantar a Ditadura. Como a Coréia do Sul: aplicou em sua Economia uma política monetária restritiva, elevando a taxa de juros tornando atrativo aos olhos da população a poupança, possibilitando um maior capital de giro ao Governo que aplicou-o na educação.
Obvio, pensar num primeiro momento que todos os tipos de ações econômicas são peculiares em cada país devido ao tipo de mercado que cada país possui. No entanto, pode-se pensar que os EUA e os países europeus em sua grande maioria, são o que aparentam sem no entanto passar por uma ditadura como a nossa.
Acredito em liberdade de escolha. Possuímos hoje, no mundo contemporâneo duas formas de obtermos controle de massa: através do despotismo, medo e em segundo através da desmoralização. No primeiro, impomos a segundos nossas vontades através da brutalidade do Estado, no qual este possue armas que doutrinam a grande massa através do medo e assim segue-se governando. Porém, no segundo caso, o Governo constroi medidas sedativas em seu sistema tornando a população amena a sua condição desfavorecida, desmoralizando-a, empobrecendo-a e alienando-a, tornando o cidadão conivente com seu status quo.
Uma população bem instruída, educada e ativa é respeitada por seus governantes e acima de tudo inverte-se as funçoes, pois são estes que se amedrontam em frente a uma população armada de sabedoria. Com tudo, não sabe-se quais os fundamentos que devemos nos basear para livrar-mos o país desta situação desmoralisante. Apenas, o que não nos convem é uma ditadura.
Uma população bem instruída, educada e ativa é respeitada por seus governantes e acima de tudo inverte-se as funçoes, pois são estes que se amedrontam em frente a uma população armada de sabedoria. Com tudo, não sabe-se quais os fundamentos que devemos nos basear para livrar-mos o país desta situação desmoralisante. Apenas, o que não nos convem é uma ditadura.
André Hasimoto
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